quinta-feira, 22 de junho de 2017


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Lewandowski abre sessão no Senado para julgamento de Dilma | 25/08/2016

LEWANDOWSKIRENAN

Nesta quinta, senadores vão ouvir testemunhas da defesa e da acusação.
Previsão é que Dilma Rousseff seja ouvida na próxima segunda-feira.

Por Gustavo Garcia e Laís Lis Do G1, em Brasília

O Senado deu início nesta quinta-feira (25) à sessão do julgamento final do impeachment de Dilma Rousseff. A abertura dos trabalhos foi feita pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),Ricardo Lewandowski, que comandará esta etapa do processo.

A sessão, prevista para começar às 9h, foi aberta às 9h32. No momento, havia 28 dos 81 senadores presentes.

Logo no início, Lewandowski fez um discurso sobre o papel de juízes que os senadores deverão desempenhar e afirmou que o Senado se reúne nesta etapa do processo para exercer uma de suas “mais graves atribuições”.

“Os parlamentares congregados nesta Casa de leis transmudam-se a partir de agora em verdadeiros juízes, devendo em consequência deixar de lado o tanto quanto possível, pois afinal são seres humanos, suas opções ideológicas, preferências políticas e inclinações pessoais. Para julgar a presidente, deverão atuar com a máxima isenção e objetividade, considerando apenas os fatos tais como se apresentam nos autos e as leis que sobre eles incidem”, disse o presidente do STF.

Em seguida, Lewandowski abriu espaço para as chamadas “questões de ordem” – questionamentos de senadores sobre procedimentos do julgamento e etapas do processo. As discussões em torno das questões de ordem devem ocupar as primeiras horas da sessão e fazem parte da estratégia dos aliados da presidente afastada de alongar os trabalhos.

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Depois disso, começarão a ser ouvidas as testemunhas. São oito ao todo, duas escolhidas pela acusação e seis pela defesa.

Todas elas estão isoladas, individualmente, em quartos de um hotel na região central de Brasília – sem acesso à Internet, televisão, telefone e visitas – à espera do momento em que serão interrogadas pelos senadores.

 

Jantar com Temer
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) foi um dos primeiros a pedir a palavra  no inicio da sessão. Ele disse que soube pelos jornais que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou em jantar com senadores e com o presidente em exercício Michel Temer, nesta quarta-feira (24), que o julgamento deve terminar no dia 30 de agosto. O jantar ocorreu na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Para Lindbergh, Renan não poderia determinar uma data final para o processo.

“Por mais que o presidente do Senado queira estipular uma data, não há prazo. Isso não pode. Estamos em um julgamento, somos juizes, não podemos fixar prazo para o julgamento”, afirmou.

Após o questionamento do senador, o ministro Lewandowski afirmou que não há prazo para terminar o julgamento. “O julgamento tem prazo para começar, mas não tem prazo para terminar. Desenvolveremos nossas atividades com tranquilidade”, disse o ministro.

Para a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o encontro de Renan e Temer não foi “um mero jantar”. Ela voltou a usar um argumento dos aliados de Dilma, de que o impeachment é um “golpe”.

“O jantar não foi um mero jantar, foi uma proposta de que o julgamento será adiantado. Em todo esse processo tivemos momentos de que o direito da defesa foi tolhido”, disse Gleisi.

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), disse que Lindbergh quer atrasar o processo. “O senador Lindbergh Farias tenta procrastinar o feito. Não houve nenhuma manifestação do senador quando o presidente Renan Calheiros visitou a presidente afastada Dilma Rousseff”.

O senador destacou ainda que não vê problemas em um presidente de um dos poderes, como o presidente do Senado, se encontrar com o presidente Michel Temer. Disse ainda que o senador Lindbergh e os outros senadores da base da presidente Dilma Rousseff tiveram vários almoços com ela, mesmo sendo juizes do caso.

Testemunhas da acusação
As primeiras testemunhas a serem ouvidas nesta quinta são as de acusação. Os autores da denúncia – os juristas Miguel Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo – selecionaram o procurador Júlio Marcello de Oliveira, representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU); e o auditor de fiscalização do TCU Antônio Carlos Costa D’ávila. Eles serão ouvidos nessa ordem.

Ambos já foram ouvidos pela Comissão Especial do Impeachment do Senado, durante a segunda etapa do processo, chamada de “pronúncia”, que concluiu que Dilma deveria virar ré e ser julgada pelo plenário da Casa.

Na ocasião, Júlio Marcello disse que o governo da presidente afastada praticou “fraude” nas contas públicas e fez “contabilidade destrutiva”. Na mesma linha, Antônio D’ávila afirmou que os atos da gestão Dilma Rousseff contrariavam a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Não há um prazo pré-determinado para a duração dos depoimentos das testemunhas. Isso dependerá do número de senadores que farão questionamentos.

Testemunhas da defesa
Ouvidas as testemunhas de acusação, será a vez dos depoimentos das pessoas convocadas pela defesa de Dilma Rousseff. De acordo com o andamento da sessão, esses depoimentos podem ter início nesta quinta ou ficar para o dia seguinte.

A defesa relacionou seis testemunhas:
– o ex-secretário-executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa:
– o economista Luiz Gonzaga Belluzzo;
– o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa;
– a ex-secretária de Orçamento Federal Esther Dweck;
– o professor de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) Ricardo Lodi Ribeiro;
– o professor de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Geraldo Prado.

Eles responderão aos questionamentos nessa sequência.

Somente Belluzzo não prestou depoimento na Comissão Especial do Impeachment. Os demais apresentaram ao colegiado argumentos a fim de descaracterizar a prática de crime de responsabilidade por parte de Dilma Rousseff.

Roteiro da sessão
A sessão desta quinta tem dois intervalos programados. O primeiro deles das 13h às 14h. O segundo, de 18h a 19h.

Depois disso, a sessão poderá ser interrompida por 30 minutos a cada quatro horas ou a critério de Lewandowski.

A expectativa de técnicos do Senado é que o magistrado suspenda a sessão por volta das 22h e a retome às 9h de sexta para dar continuidade aos depoimentos.

A intenção do STF é finalizar a fase das testemunhas na sexta-feira, mas é possível que os depoimentos avancem pelo final de semana, mas sem ultrapassar o domingo (veja o cronograma completo do julgamento).

Isso porque, na segunda-feira (29), está prevista a participação de Dilma Rousseff no julgamento. Ela terá 30 minutos prorrogáveis por tempo indeterminado para fazer um pronunciamento e depois responderá às perguntas dos senadores.

Acusações e defesa
Dilma é acusada de ter cometido crimes de responsabilidade ao editar três decretos de crédito suplementar sem a autorização do Congresso Nacional e ao atrasar pagamentos, da União para o Banco do Brasil, de subsídios concedidos a produtores rurais por meio do Plano Safra, as chamadas “pedaladas fiscais”.

Para a acusação, a edição dos decretos comprometeu a meta fiscal, o que é vedado pela Lei Orçamentária Anual.

Os denunciantes também dizem que as “pedaladas” configuram tomada de empréstimo pela União com instituição financeira que controla, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Já a defesa, comandada pelo ex-ministro José Eduardo Cardozo, sustenta que a edição dos decretos foi um remanejamento de recursos, sem impactos na meta fiscal.

Cardozo também alega que não houve má-fé da presidente na edição dos decretos. Com relação às “pedaladas”, a defesa diz que não são empréstimos, mas sim prestações de serviços e que Dilma não teve participação direta nos atos.

Votos
Para que o impeachment seja aprovado são necessários os votos de pelo menos 54 senadores. Nesse caso, a petista será afastada definitivamente da Presidência da República e ficará inelegível por oito anos, a partir de 2019.

Caso o placar de 54 votos a favor do impeachment não seja alcançado, o processo é arquivado e Dilma Rousseff reassume a Presidência de imediato.

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O processo
O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) informou que havia autorizado a abertura do processo de impeachment de Dilma na Câmara no dia 2 de dezembro de 2015.

A defesa de Dilma diz que a decisão de Cunha foi uma “vingança”, uma vez que, naquele mesmo dia, o PT havia anunciado que votaria contra Cunha no processo de cassação do seu mandato no Conselho de Ética da Câmara.

O peemedebista deu andamento a denúncia de Miguel Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo que diz que Dilma cometeu crime de responsabilidade ao editar decretos e ao praticar “pedaladas”. A denúncia dos juristas foi protocolada no dia 21 de outubro do ano passado.

Desde a decisão de Cunha, Dilma sofreu sucessivas derrotas no processo que chega à última etapa nove meses após a autorização da abertura do processo pelo deputado.

Relembre todas as etapas do processo:

2 de dezembro de 2015 –Cunha anuncia que autorizou abertura de processo de impeachment de Dilma Rousseff;

11 de abril de 2016 – Comissão especial do impeachment da Câmara aprova por 38 votos favoráveis e 27 contrários parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) favorável à continuidade do processo de impeachment. Caso vai ao plenário principal da Câmara;

17 de abril de 2016 – Plenário principal da Câmara aprova, por 367 votos favoráveis e 137 contrários, prosseguimento do processo de impeachment, que é encaminhado ao Senado Federal;

6 de maio de 2016 – Comissão especial do impeachment do Senado aprova, por 15 a 5, parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) favorável à abertura do processo de impeachment pela Casa, fase chamada de “admissibilidade da denúncia”. Relatório vai ao plenário principal do Senado;

12 de maio de 2016 – Depois de uma sessão de mais de 20 horas, o plenário principal do Senado aprova, por 55 a 22, a abertura do processo de impeachment pela Casa. Dilma Rousseff éafastada da função por até 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume seu lugar;

4 de agosto de 2016 – Após a requisição de documentos, produção de perícia e depoimentos de 45 testemunhas, a comissão especial do impeachment do Senado decidiu, ao aprovar relatório de Anastasia por 14 votos a 5, que Dilma deveria ser levada a julgamento. A fase, chamada de “pronúncia”, também vai à votação pelo plenário principal;

10 de agosto de 2016 – Plenário principal do Senado decide – por 59 votos a 21 – que a denúncia contra Dilma Rousseff é procedente e que a petista deve ser julgada por crimes de responsabilidade. Com a aprovação do relatório da comissão especial, é concluída a fase de “pronúncia”;

De 10 a 12 de agosto de 2016 –Acusação e defesa entregam manifestações finais do processo e listas de testemunhas que escolheram para depor ao Senado. Julgamento é marcado para o dia 25 de agosto de 2016;

25 de agosto de 2016 – Senado começa julgamento do impeachment de Dilma com o depoimento de testemunhas.

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Com chuva, primeira noite de Fest Bossa & Jazz em Natal anima público | 25/08/2016

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Mais três atrações sobem ao palco nesta quinta-feira

Temperatura atípica para a Noiva do Sol, vento frio e ondas sonoras do Fest Bossa & Jazz – Circuito 2016, foi assim que começou a primeira noite (24) da 2ª etapa do maior festival gratuito do gênero no Nordeste.

Com público entre veteranos e novatos que prestigiavam os shows mesmo debaixo de chuva, potiguares e turistas assistiam as três primeiras atrações do evento. “Vim a Natal visitar meus pais e soube do festival. Me deparei com músicos maravilhosos que eu não conhecia e estou encantado com a atmosfera”, declara Rafael Nogueira, turista de Recife (PE) se referindo a potiguar Clara Menezes, primeira a se apresentar com plateia atenta e animada.

Guarda-chuvas e cadeiras suspensas fizeram parte do cenário quando Filó Machado (SP) subiu ao palco acompanhado do seu neto Felipe Machado, 13, que tocou durante o show e teve ainda como convidado o músico da terrinha, João Vitor de Pádua, na sua flauta transversal. Com chuva forte, Filó entoou o clássico ‘Chove Chuva’ de Jorge Ben Jor levantado o público em coro. “Sempre fico aguardando o momento do Festival. Acompanho as edições já há algum tempo e mesmo com chuva vale a pena estar aqui”, revela Moacir Barbosa, engenheiro agrônomo, acompanhado de sua esposa Aline Gehlen, administradora e professora universitária que também é fã do Fest.

A terceira e última atração dessa quarta-feira, Grana Louise (EUA) acompanhada por Décio Caetano Blues Band, foram agraciados pelo aparecimento inesperável de uma lua dourada. Com poucas palavras em português e muita simpatia, a americana, com o seu blues, agitou o público presente, deixando a marca da sua voz forte e performance irreverente, encerrando a primeira noite no palco. Para quem ainda estava com pique, a musicalidade continuou com Jam Session, no Aloha Beach Club.

O Fest Bossa & Jazz continua hoje (25), em Natal, na Praça Ecológica, em Ponta Negra, a partir das 20h com mais três atrações: vencedor do edital Novos Talentos do RN, o compositor, arranjador e pianista Frank Lemos, em seguida, Dani e Debora Gurgel Quarteto (SP) e finalizando o momento em Natal, o guitarrista, cantor e arranjador norte-americano Mark Lambert. Já a partir desta sexta-feira (26) Pipa é que recebe as atrações do evento.

O Festival tem o patrocínio da Cosern – Grupo Neoenergia e Oi através do Governo do Estado do Rio Grande do Norte pela Lei Câmara Cascudo com apoio cultural da Oi Futuro, Cyrela Plano & Plano, SESI Sistema FIERN, Luck Receptivo, parceria do SESC Sistema Fecomércio, Castelo Casado – Iluminações e Estrutura e promoção da Inter TV Cabugi. A realização fica por conta de Juçara Figueiredo Produções, Secretaria de Turismo do Governo do RN, RN Sustentável e Emprotur através do Banco Mundial.

 

Veja a programação completa em www.festbossajazz.com.br e fique por dentro!

 

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Vigésima edição da Finecap acontece na próxima semana | 25/08/2016

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Um dos maiores eventos do Rio Grande do Norte, a Feira Intermunicipal de Negócios, Educação, Cultura e Turismo do Alto Oeste Potiguar (FINECAP) já está nos preparativos finais para sua realização, a partir do dia 2 de setembro.

Neste ano, a Prefeitura de Pau dos Ferros deseja repetir o sucesso de anos anteriores. A 20ª edição da feira irá comemorar o 160º aniversário de emancipação política do município e, novamente, contará com uma vasta programação no entorno da Praça de Eventos Nossa Senhora da Conceição.

A Finecap 2016 acontecerá até 4 de setembro, quando também está prevista a IV Cavalgada do Vaqueiro, outro importante momento dentro das festividades da cidade.

 

 

Programação

 

Dia 02/09 (Sexta-feira)

17h às 22h – Feira de expositores

22h às 4h30min – Shows: Anízio Júnior, Vicente Nery e Cheiro de Menina, Bete Nascimento e Brasas do Forró

17h às 4h30min – Espaço gastronômico

 

Dia 03/09 (Sábado)

17h às 22h – Feira de expositores

22h30min às 4h30min – Shows: Forró Resenha, Fulô de Mandacaru, Os Nonatos e Gaviões do Forró

17h às 4h30min – Espaço gastronômico

 

Dia 04/09 (Domingo)

7h – IV Cavalgada do Vaqueiro (Saída do Perímetro Irrigado e chegada à Barragem)

9h30min – Bate-sela e homenagem aos vaqueiros (Marco do Vaqueiro)

13h às 17h: Churrasco e forró de encerramento (Clube Assec)

17h às 22h – Feira de expositores

22h30min às 4h30min – Shows: Pé de Ouro, Daniel Gama, Dorgival Dantas, Farra de Rico e Jonas Esticado

17h às 4h30min – Espaço gastronômico

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Programação da FINECAP a festa da cidade de Pau dos Ferros. Quem ama vai! | 25/08/2016

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Urgente, Procurador da Lava Jato admite que Lava Jato foi usada para derrubar Dilma | 25/08/2016

lavajato11Jornal GGN – Sob anonimato, um procurador da Operação Lava Jato disse à jornalista Natuza Nery, responsável pelo Painel da Folha desta quarta (24), que o sentimento comum na força-tarefa hoje é de que eles foram usados para derrubar a presidente Dilma Rousseff e, agora que o impeachment está quase consolidado, estão sendo descartados. “Éramos lindos até o impeachment ser irreversível. Agora que já nos usaram, dizem chega”, disse o procurador.

Conforme o GGN mostrou semanas atrás, a Lava Jato bateu recorde de aparecimento nas manchetes de jornais durante o mês de março de 2016, criando o clima favorável ao impeachment de Dilma Rousseff na Câmara. Mais de um terço das capas da Folha foram dedicadas à operação e a outras investigações contra Lula. O próprio Datafolha nunca usou as pedaladas fiscais para questionar à população se Dilma merecia o impeachment. A pergunta feita era se as “revelações” da Lava Jato deveriam render o seu afastamento.

A fala do procurador ocorre após o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes reagir ao vazamento de suposta delação da OAS citando Dias Toffoli, membro da Corte, apenas para criar constrangimentos. Segundo a colunista, “o Estado-maior da Lava Jato é unânime: o avanço das investigações sobre setores do Judiciário pode acabar se transformando em um freio na operação.”

Após o episódio, Gilmar deu uma série de entrevistas sinalizando que a Lava Jato está se comportando como um grupo de “heróis” sem limites e que deveria, ao invés disso, “calçar as sandálias da humildade”. O ministro também disparou contra uma das propostas defendida pelos membros da operação no Congresso, que trata da permissão de usar provas obtidas de maneira irregular, desde que de boa-fé. Chegou a dizer que isso é coisa de “cretino”.

Com a reação do ministro do STF, o procurador-geral da República Rodrigo Janot veio à tona defender a Lava Jato do vazamento. Disse que a responsabilidade pelo factóide entregue à Veja era dos advogados da OAS, que estariam fazendo pressão para fechar a delação de Leo Pinheiro. Ele também afirmou que não existe nenhuma menção a Toffoli no depoimento. O PGR usou esse argumento para suspender as negociações.

Histórico de abusos

A suspensão e a pressão do Supremo para isso são atitudes inéditas na Lava Jato. Não é como se a operação já não tivesse se envolvido em episódios polêmicos que colocaram em xeque os limites de sua atuação.
A título de exemplo, no caso do vazamento de um grampo presidencial, por exemplo, o máximo que ocorreu foi o juiz federal Sergio Moro pedir desculpas a Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF. Dilma Rousseff, que foi derrubada na Câmara dias após esse vazamento, aponta que esse tipo de vazamento “é crime em qualquer lugar do mundo”.

Além disso, foram mais de 13 delações vazadas para a imprensa, sem nenhuma reação. O que levanta a pergunta: por que após dois anos e meio de Lava Jato, só agora Janot quer findar um acordo de cooperação por causa de um vazamento?

Hoje, o GGN aponta em artigo de Luis Nassif que a suspensão da delação da OAS é um “empate vitorioso” entre Gilmar e Janot, com um importante desdobramento sobre a classe política: deve livrar a cara de José Serra e Aécio Neves (PSDB) – além de alguns petistas – que, como já se sabia, eram citados por Léo Pinheiro na delação.

Fonte: http://falandoverdades.com.br/

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Fest Bossa & Jazz Circuito 2016 aporta em Natal nesta quarta-feira com shows gratuitos | 24/08/2016

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O Festival oferece, anualmente, grandes performances com artistas locais, nacionais e internacionais

Logo mais, a partir das 20h, a onda envolvente do jazz, o suingue do blues e a leveza da bossa aportam na Praça Ecológica de Ponta Negra com a chegada da segunda etapa do Fest Bossa & Jazz Circuito 2016. Aberto ao público, o evento é reconhecido como o maior da região do Nordeste e abraça, anualmente, um grande público. Em Natal, o Festival acontece hoje e amanhã (25), partindo em seguida para Pipa de 26 a 28.

Hoje (24) sobem ao palco a cantora e compositora potiguar Clara Menezes, o multi-instrumentista com 50 anos de experiência, Filó Machado (SP) e para encerrar a primeira noite, com suas excelentes performances, voz robusta e presença marcante, a americana Grana Louise. Para aqueles que gostam de prolongar a noite, como de costume do Festival, após as apresentações ocorrem a Jam Session, que nesta quarta-feira vai rolar no Aloha Beach Club.

Para amanhã (25), além das oficinas e workshops que acontecem durante o dia, estará presente na Praça Ecológica, também a partir das 20h, um dos vencedores do edital Novos Talentos do RN, o compositor, arranjador e pianista Frank Lemos, em seguida, a irreverência da Dani e Debora Gurgel Quarteto (SP) e finalizando o momento Fest em Natal, o guitarrista, cantor e arranjador norte-americano Mark Lambert. Veja a programação completa em www.festbossajazz.com.br e fique por dentro deste grande Festival.

O Fest Bossa & Jazz conta com o patrocínio da Cosern – Grupo Neoenergia e Oi através do Governo do Estado do Rio Grande do Norte pela Lei Câmara Cascudo com apoio cultural da Oi Futuro, Cyrela Plano & Plano, SESI Sistema FIERN, Luck Receptivo, parceria do SESC Sistema Fecomércio, Castelo Casado – Iluminações e Estrutura e promoção da Inter TV Cabugi. A realização fica por conta de Juçara Figueiredo Produções, Secretaria de Turismo do Governo do RN, RN Sustentável e Emprotur através do Banco Mundial.

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​Cerimônias intimistas de casamento fazem sucesso no Tenda | 24/08/2016

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Um tipo de cerimônia que vem tornando-se tendência em Mossoró é o mini wedding, uma opção charmosa para quem deseja um casamento intimista. E o espaço À La Carte do Tenda já é um dos lugares preferidos dos noivos que escolhem viver esse momento especial em um espaço aconchegante, com personalidade e serviço de qualidade. Dependendo da decoração escolhida pelo casal, o ambiente tem capacidade para 60 ou 70 pessoas, o que proporciona vivenciar o momento com pessoas que realmente foram importantes para a vida dos noivos e merecem estar ali. A equipe do Tenda está preparada com sua marca de qualidade para receber os mais diversos estilos de mini wedding. Gostou da ideia? Ligue e agende uma visita (84) 3312-1238.

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Workshop, reunião de pais e viagem a Mossoró estão no calendário da ONG Atitude Cooperação para final deste mês | 24/08/2016

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Final do mês chegando e a ONG Atitude Cooperação com a agenda cheia de atividades. No dia 27 de agosto, a ONG promove mais uma reunião de pais e responsáveis, a partir das 8h30, na quadra de esportes da sede. Na programação, café da manhã, informes gerais sobre os alunos e os projetos e logo após, apresentação cultural com o projeto Encena.

Também no dia 27 e no mesmo local, no entanto, a partir das 10h, haverá workshop ministrado pelo professor Fábio Presgrave – Violoncelo (UFRN) para os alunos do projeto Tocando a Vida com D’Amore.

Uma novidade. No dia 31 deste mês, os jovens da Orquestra Tocando a Vida com D’Amore viajam para o município de Mossoró, onde vão participar de um concerto junto a Orquestra do Conservatório de Música de Mossoró, no palco do Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.

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Após ter braços amputados, jovem vira designer gráfico; ‘Não há limites’ | 23/08/2016

Edilson Jesus foi eletrocutado em 2006 enquanto trabalhava em Caicó.
Ele desenvolveu a habilidade de fazer as coisas com os pés.

 Fonte: Fernanda ZauliDo G1 RN
Edilson desenvolveu a habilidade de fazer as coisas com os pés (Foto: Fernanda Zauli/G1)

Um acidente de trabalho em 2006 mudou completamente a vida do soldador Edilson Jesus, na época com 23 anos. Após sofrer três descargas elétricas, ele teve os dois braços amputados, passou por onze cirurgias, é colostomizado (quando o intestino grosso fica fora do organismo e as fezes são coletadas em uma bolsa que fica no abdômen) e usa sonda para urinar. Nada disso fez com que ele perdesse a vontade e a alegria de viver. Edilson se reinventou, desenvolveu a habilidade de fazer as coisas com os pés e hoje é designer gráfico. “A vida é maravilhosa. Não há limites pra ninguém. Eu amo a vida. Eu tive uma nova oportunidade e quero aproveitar muito bem cada dia”, diz.

Edilson trabalhava no reparo de um outdoor na entrada da cidade de Caicó, onde mora até hoje, quando o cabo de ferro que ele segurava acertou um fio de alta tensão da rede elétrica. Na primeira descarga elétrica um colega de trabalho de Edilson caiu do andaime onde estavam, a 6 metros de altura, teve traumatismo craniano e morreu. Edilson não conseguia se mexer e continuou pendurado na estrutura do outdoor. Outras duas descargas elétricas atingiram o soldador que naquele momento já não sentia mais as pernas. Uma hora e dez minutos se passaram até o socorro chegar.

“Enquanto eu estava lá em cima passou um filme da minha vida na cabeça. Eram pequenos flashs, coisas que eu nem lembrava mais. Eu achei que ia morrer”, conta. Edilson foi socorrido e levado para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal. Da internação até a alta foram 180 dias. Entre tratamentos e cirurgias, Edilson se tornou um exemplo de vida já no hospital. O bom humor, mesmo diante da gravidade do caso, fazia com que as enfermeiras levassem outros pacientes para conversar com ele para se animarem.

Após a alta, Edilson teve que se adaptar à nova realidade. Com a ajuda da família e dos amigos,  foi superando, aos poucos, as barreiras que apareciam. Muitas das coisas que antes Edilson fazia com as mãos, ele aprendeu a fazer com os pés: atender o telefone, escrever e até digitar. Sem perder a vontade de viver, ele continuou na organização do bloco de carnaval que sempre fazia. Um dia, quatro anos depois do acidente, quando foi mandar fazer a camiseta do bloco, ele levou um “chá de cadeira” para ser atendido porque não tinha a arte da camiseta pronta.

“Saí de lá disposto a aprender a fazer uma arte e comecei a mexer no computador. Passei noites estudando, me aperfeiçoando, fazendo testes, até conseguir criar uma arte. Quando eu levei o desenho para a gráfica eles me perguntaram quem tinha feito e eu respondi: ‘fui eu’. Ninguém acreditou”, conta Edilson.

Foi então que surgiu a ideia de trabalhar como designer gráfico. Os trabalhos começaram a aparecer, foram aumentando, e hoje ele consegue uma renda extra – além da aposentadoria – com o serviço de designer gráfico. Edilson acredita que no começo as pessoas o contratavam mais por curiosidade, pra ver como ele mexia no computador com os pés, mas o tempo foi passando e os clientes continuaram aparecendo. O escritório fica anexo à casa onde ele mora. “O trabalho é uma terapia. É muito bom acordar e saber que eu posso produzir, criar alguma coisa”, diz.

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Priscila, Douglas e Edilson moram juntos (Foto: Fernanda Zauli/G1)

Fim do casamento
Em 2006, quando sofreu o acidente, Edilson estava casado há dois anos com Priscila Morgana. Na época ele tinha 23 anos e ela 22. Ainda no hospital, ele recebeu a notícia de que estava impotente sexualmente. “Não pensei duas vezes. O sonho da Priscila era ser mãe e eu não podia dar um filho a ela. Então falei que era melhor nos separamos e ela seguir a vida dela”, conta.

Priscila ficou em choque com a situação e decidiu continuar cuidando de Edilson. Fez um curso de técnica em enfermagem para ter mais conhecimento e ajudá-lo na rotina. Os dois continuaram morando na mesma casa, mas separados. Aos poucos Priscila começou a retomar a vida social, sair, até encontrar Douglas – um rapaz nove anos mais jovem que ela. Os dois começaram a namorar, o relacionamento ficou sério e ela e Douglas decidiram morar juntos. Hoje, os três: Edilson, Priscila e Douglas moram na mesma casa.

“A Priscila e o Douglas são meus braços. Eles me ajudam muito. Nós somos uma família”, diz Edilson. “Hoje eu tenho ele (Edilson) como um irmão. Eu nunca pensei em deixar de cuidar dele e tenho orgulho de ver como ele enfrenta tudo o que passou”, revela Priscila. “Ele é um irmão do coração. Ele me dá muito conselho e o que eu puder fazer por ele eu vou fazer sempre”, diz Douglas.

Palestras
Edilson não se queixa da vida, não lamenta tudo o que já passou e mantém o sorriso no rosto para enfrentar a rotina. Ele diz que reclamar não iria melhorar em nada a situação dele e que prefere olhar para o que a vida lhe traz de bom.

Admirada com a alegria de viver de Edilson, uma enfermeira que troca a sonda dele toda semana o convidou para dar uma palestra sobre superação na faculdade onde ela lecionava. “Ela disse que eu precisava compartilhar a minha história, que eu era muito desenrolado. Eu fiquei com medo, mas fui. Achei que era pra turma que ela dava aula e quando cheguei lá era pra faculdade toda, o ginásio estava cheio”, lembra Edilson.

Ele teve medo, mas foi em frente. O resultado não poderia ser melhor: as pessoas adoraram ouvir o testemunho de Edilson e os começaram a surgir outros convites para palestras. “Eu quero contar a minha história pra fortalecer as pessoas para que elas superem os desafios que a vida apresenta. Quero falar do valor da vida, o quanto ela é maravilhosa. Eu sei que nada do que eu passei foi em vão e eu acho que compartilhando minha história eu posso ajudar as pessoas”, diz.

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Edilson Jesus em uma das palestras que já ministrou (Foto: Arquivo pessoal)

 

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Artesanatos  | 23/08/2016

No Centro de Artesanatos de Pau dos Ferros , localizado na Praça da Matriz , você pode encontrar uma variedades de coisas , entre elas o crochê de Ana karla Bessa , uma artesã de primeira e com peças diferenciadas , veja :

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Tô Pelo Mundo atualizado | 23/08/2016

Hoje foi atualizado o microblog #TôPeloMundo no meu site sorayavieira.com.br – Ele trata de turismo e viagens, principalmente  os passeios e trilhas regionais!  O destino da matéria foi a cidade Bonito, no estado do Pernambuco. Vale a pena dar uma olhadinha.  (Para não ter problemas na visualização das imagens, recomendo o acesso pelo computador 💻
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SINDIFERN NA FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DO FISCO | 23/08/2016

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Dirigentes do SINDIFERN marcam presença no lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Fisco nesta terça-feira, 23 de agosto, no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados em Brasília-DF.

A frente foi criada por requerimento do deputado Cabo Sabino (PR-CE), que será o presidente do grupo. Além de questões salariais, o grupo vai discutir autonomia e prerrogativas dos fiscos, como a Lei Orgânica do Fisco (LOF), PEC 186/207 e a PEC 102/2015.

Estão presente no evento, o presidente do SINDIFERN, Pedro Lopes acompanhado do diretor administrativo-financeiro, Juarez Moura e o diretor de comunicação, Edilson Junior.

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Condenada por desvio de R$ 14 mi, Carla Ubarana volta a ser presa no RN | 22/08/2016

 

Ela e marido foram condenados por desviar recursos do TJRN.
George Leal, marido de Carla, também foi preso nesta segunda-feira (22).

Do G1 RN

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Carla Ubarana e George Leal foram presos na tarde desta segunda (22) em Natal (Foto: Ana Silva/Tribuna do Norte)

A ex-chefe da Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte Carla de Paiva Ubarana Araújo Leal e o marido dela, George Leal, foram presos novamente na tarde desta segunda-feira (22) em Natal. A prisão foi realizada por agentes da Delegacia Especializada de Capturas (Decap). De acordo com o TJRN, as possibilidades de recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) se esgotaram, o último recurso foi julgado na última sexta-feira (19) e os mandados de prisão foram expedidos.

Carla Ubarana foi condenada a 9 anos e 4 meses em regime fechado e George Leal a 6 anos e 4 meses em regime semiaberto. George foi preso quando saía da faculdade. Já Carla Ubarana foi presa em casa.

Os dois foram condenados em 2013, pela 7ª vara criminal de Natal, por fraudes na divisão de Precatórios do TJRN. Segundo a denúncia do Ministério Público, Carla encabeçava um esquema que desviou, de acordo com a sentença, R$ 14.195.702,82 do TJRN.

Carla Ubarana deve ficar presa na ala feminina do Complexo Penal Dr. João Chaves. Já o marido dela, George Leal, deve ser levado para o Centro de Detençaõ Provisória de Parnamirim.

Trâmite de processo já julgado aparece em publicação do STJ (Foto: STJ/Reprodução)

Entenda o caso
A ex-chefe da Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte Carla de Paiva Ubarana Araújo Leal e o marido dela, George Leal, foram presos em fevereiro de 2012. Em 2013, os dois foram condenados por fraudes na divisão de Precatórios do TJRN. Segundo a denúncia do Ministério Público, Carla encabeçava um esquema que desviou, de acordo com a sentença, R$ 14.195.702,82 do TJ. Os mandados de prisão foram expedidos pelo juiz da 7ª vara Criminal de Natal, José Armando Ponte Dias Junior.

Carla Ubarana foi condenada inicialmente a 10 anos, 4 meses e 13 dias, mais 386 dias-multa em regime fechado. George Leal pegou pena de 6 anos, 4 meses e 20 dias, mais 222 dias-multa em regime semiaberto. Os dois foram condenados por peculato.

José Armando Ponte, ainda na sentença, mandou que todos os bens apreendidos em nome de Carla e George fossem leiloados e que o dinheiro arrecado nesses leilões fosse depositado em conta a ser definida pelo Tribunal de Justiça. Essa mesma conta deve receber o dinheiro em espécie – moeda nacional e estrangeira – apreendido com o casal.

Os demais réus foram absolvidos.

Na sentença, o juiz José Armando Ponte diz que “era Carla Ubarana, com sua inteligência aguçada, quem comandava, com maestria, rigidez e desenvoltura, as ações praticadas por George Leal e pelos ‘laranjas'”. Sobre o marido de Carla, o magistrado diz: “George Leal mostra-se orgulhoso das condutas criminosas que praticou, as quais detalha com especial soberba, especialmente quando detalha, em minúcias e pormenores, o passo a passo da construção e reforma da sua casa praiana em Baía Formosa, enfatizando a qualidade do material utilizado e o bom gosto arquitetônico”.

Operação Judas
Carla Ubarana não havia prestado concurso para entrar no Tribunal de Justiça. Ela foi incorporada ao quadro de servidores efetivos ainda na década de 80, antes da normatização da Constituição Federal, que obriga a realização de concurso público para admissão de servidores municipais, estaduais e federais. Ao longo de mais de uma década, Ubarana ocupou diferentes posições no Tribunal e foi demitida enquanto ocupava o cargo de técnico judiciário de 3º entrância da Comarca de Natal. O salário da ex-servidora girava em torno de R$ 9 mil.

A demissão de Carla Ubarana ocorreu dias após a própria presidenta do TJ à época, Judite Nunes, determinar a retomada do pagamento do salário da ex-servidora, suspenso desde junho. A ex-servidora e seu marido, o empresário George Leal, foram presos em janeiro de 2012 em Recife.

O esquema de corrupção foi investigado pelo Ministério Público Estadual e desencadeou a Operação Judas. Após acordo de delação premiada, Carla e George assumiram a autoria dos crimes e citaram que tudo ocorria sob a anuência dos ex-presidentes do TJRN, os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro. Ambos foram afastados da Corte potiguar pelo Conselho Nacional de Justiça e foram condenados à perda do cargo.

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